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terça-feira, 22 de maio de 2012

Evento: "“Conversando sobre as Organizações Sociais e Fundações Estatais de Direito Privado“

No Blog saúde Brasil foram publicadas informações sobre o evento “Projeto “Conversando sobre…” – Fórum de estudantes ENSP/Fiocruz". :
"O Projeto “Conversando sobre…” do Fórum de Estudantes da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/Fiocruz) em parceria com o núcleo CEBES Rio de Janeiro, convida todos para o evento “Conversando sobre as Organizações Sociais e Fundações Estatais de Direito Privado“, tendo como facilitadora a mestre em saúde pública pela ENSP/Fiocruz, Vanice Silva.
Data: 29/05/12 (terça-feira).
Horário: 14hs.
Local: sala 32 do CESTEH/ENSP/Fiocruz (Av. Leopoldo Bulhões 1480 – Manguinhos – Rio de Janeiro).
Venham debater conosco!!

domingo, 22 de abril de 2012

"Escolas debatem formação de sanitaristas em todo o país"

No site da  ENSP - Escola Nacional de Saúd Pública foi publicado que:
"Escolas debatem formação de sanitaristas em todo o país"
Publicado porluanafurtado on sex, 20/04/2012 - 16:23 in

"O grupo de condução da Rede de Escolas e Centros Formadores de Saúde Pública/Coletiva, composto por representantes de dez escolas, esteve reunido com a direção da ENSP para análise de um conjunto de iniciativas de formação em saúde e de um projeto de acreditação pedagógica – ambos coerentes com o papel das instituições de ensino voltadas à formação em saúde coletiva engajadas na consolidação do SUS. Dentre as discussões, destacou-se a proposta que está sendo construída pela ENSP de um curso de especialização em Saúde Pública a distância, de caráter nacional, que se somaria às demais iniciativas de formação existentes.
O encontro realizado nos dias 16 e 17 de abril, na Escola Nacional de Saúde Pública, foi o primeiro do Grupo de Condução da Rede em 2012. Nessa oportunidade, foram também discutidos os pontos principais que deverão integrar a pauta do Encontro Nacional da Rede de Escolas, que deverá acontecer em setembro deste ano. No segundo dia de atividades, os representantes estiveram reunidos com o diretor da ENSP, Antônio Ivo de Carvalho, e com o diretor da Escola de Governo em Saúde da ENSP, Marcelo Rasga, para analisar diversos aspectos da formação em saúde pública, retomando o tema da formação do sanitarista nos tempos atuais.
A formação em saúde pública na modalidade a distância suscitou um rico debate entre os membros do Grupo de Condução, dirigentes de Escolas e Centros Formadores de diferentes Estados . A coordenadora da secretaria-executiva da Rede, Tânia Celeste, afirma que se trata de uma proposta inovadora de formação, conduzida pela ENSP em parceria com os centros formadores e os demais parceiros do campo da saúde coletiva. “Pensamos em iniciativas pedagógicas com uma perspectiva inovadora, e uma visão atualizada da Saúde Coletiva. O grupo de Escolas presentes apoiou o projeto, pois ele se soma às demais iniciativas virtuosas de formação, da graduação à formação de doutores para a área. Devemos retornar para uma discussão mais ampliada, com docentes da ENSP, no próximo dia 3 de maio”.
Especialização em Saúde Pública a distância
A proposta de criação na modalidade a distância do curso mais tradicional da ENSP nasce da discussão sobre a carência de uma formação nacional, inovadora e contemporânea dos profissionais de saúde nos estados e municípios brasileiros. Carência essa que, de acordo com o vice-diretor da EGS/ENSP, Marcelo Rasga, está sendo preenchida por sucessivos processos de formação especializada, mas que não dão conta de uma formação com as características propostas nesse curso a distância. “Há um investimento grande do governo na formação profissional. A demanda por cursos nunca vai cessar, mas precisamos racionalizá-la. Com base nisso, e para uma melhor formação, precisamos definir as funções do mestrado profissional, da graduação, da especialização, da atualização e das demais formas de oferta”, admitiu durante o encontro.
O fato de ser uma formação em todo o território brasileiro foi comemorado pelo grupo. Além disso, foi enfatizado que isso deveria possibilitar a construção de referências com um novo significado para a saúde pública brasileira, além de uma linguagem atualizada e pertinente com os atuais requerimentos sociais e com as abordagens contemporâneas da atenção à saúde. “Esse curso retoma uma identidade nacional conferida por uma formação inicial do sanitarista que as formações especializadas em áreas de concentração não preenchem. Além disso, favorecem uma discussão de carreira, onde caberiam muitas outras iniciativas formativas complementares. A discussão dessa proposta faz parte de uma pauta da ENSP, que também está convidando outros atores para o seu debate, com o objetivo de enriquecer, problematizar e contribuir para a sua formatação, mas também para uma análise atual sobre a formação em saúde coletiva no Brasil, e a configuração de alianças, que consolidem um programa nacional de formação abrangente e inclusivo, e principalmente voltado para a consolidação do SUS brasileiro”, disse.
"É preciso resgatar o papel da saúde coletiva"
O conjunto de dirigentes presentes analisou a justificativa apresentada pelo diretor da ENSP sobre a proposta inovadora. Tânia Celeste destacou que há um gradiente de ofertas formativas nesse campo, e que cada uma delas cumpre um papel fundamental na profissionalização para os serviços. “O SUS é tão complexo que todas as modalidades de oferta são importantes. No entanto, a gente sente falta de uma formação de caráter generalista, a partir dos anos 90, dirigida ao trabalhador do SUS, e que confira uma identidade nacional em qualquer parte do sistema e que não se confunde com a clientela que vem engrossando as fileiras da graduação, já existente nas diferentes regiões do Brasil, com expectativa de conclusão das primeiras turmas ainda em 2012”, analisou.

Destacando que as Escolas terão participação ativa na construção desse processo, o diretor da Escola elogiou a participação dos membros do Grupo de Condução e classificou como rico o debate sobre a experiência de cada estado, seus desafios e propostas. Para Antônio Ivo, é preciso reafirmar o papel da saúde coletiva. Para ele, há um discurso nos dias de hoje que diminui o papel da saúde. Essa distorção classifica a saúde pública apenas como o SUS e a saúde privada como os planos de saúde. “A defesa da saúde das populações é uma das nossas missões e devemos resgatar essa essência, que era muito mais ampla na origem do processo da Reforma Sanitária. O vazio que está colocado é o da formação em larga escala desse profissional, portanto, precisamos de uma revisão, um upgrade pedagógico e tecnológico, pois não podemos falar em Rede sem tecnologia. Trata-se de um curso em larga escala, de caráter nacional e articulado ao sistema de saúde.”
Obs: o site da rede escolas foi incluído aqui no blog em Instituições de pesquisa/ensino.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

DE OLHO NA PARTICIPAÇÃO EM SAÚDE: Palestra "Participação comunitária: o que queremos com isso?"

 A palestra "Participação comunitária: o que queremos com isso?"  faz parte do Ciclo de debates "Participação e tecnologia social em saúde" . Uma realização da Rede PDTSP-Teias e da Coordenadoria de Cooperação social da Fiocruz. 
No site da Escola Nacional de saúde Pública- ENSP as informações sobre as palestras:
Publicada em
Com o objetivo de aproximar e aprofundar as discussões sobre gestão participativa, participação social e tecnologias sociais, tendo como base o contexto do território de Manguinhos e sua relação com a conjuntura macropolítica do país, a Coordenadoria de Cooperação Social da Fiocruz, com o apoio da Assessoria de Cooperação Social da ENSP, por meio do Programa de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde Pública, realizará mais uma palestra do ciclo de debates Participação e Tecnologia Social em Saúde. Com o tema Participação comunitária: o que queremos com isso?, a palestra pretende debater a participação social em projetos e políticas. A atividade será realizada no dia 17 de abril, no salão internacional da ENSP, das 9 às 17 horas. O evento é aberto ao público e as inscrições podem ser realizadas previamente aqui ou na data da palestra, no local do evento.
De acordo com a coordenadora da Assessoria de Cooperação Social da ENSP, Mayalu Mattos, “o debate será realizado em duas mesas de discussão com vistas à promoção do diálogo entre pesquisa, gestão e práticas relativas aos projetos, além das políticas que envolvem diferentes atores e portadores de interesses”. Na palestra Participação comunitária: o que queremos com isso?, serão abordados os conceitos referentes à participação social em projetos e políticas, de que forma eles são operacionalizados e o que se faz quando se implementam na prática esses projetos e políticas.
Mayalu explicou que a palestra integra o ciclo de debates Participação e Tecnologia Social em Saúde, organizado pela Coordenadoria de Cooperação Social da Presidência da Fiocruz – com o apoio da Assessoria de Cooperação Social da ENSP – pelo Programa de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde Pública através da Rede PDTSP-Teias, através da linha Participação Social, da Vice-Presidência de Pesquisa e Laboratórios de Referência (VPPLR/Fiocruz).
Segundo a coordenadora, o ciclo é composto por três palestras. A primeira delas, Encontro sobre tecnologias sociais: conceitos, objetivos e práticas, foi realizada no dia 20 de março, no auditório da Escola Politécnica de Saúde. A segunda será realizada no dia 17 de abril, no salão internacional da ENSP, e terá como tema Participação comunitária: o que queremos com isso?. A última atividade do ciclo de debatesParticipação e Tecnologia Social em Saúde será no dia 15 de maio, na Tenda da Ciência, e debaterá as reflexões sobre a Governança em Manguinhos: redes e intersetorialidade.
A palestra Participação comunitária: o que queremos com isso? contará com duas mesas de discussão. A primeira mesa será realizada das 9 às 12 horas e contará com a exposição da representante do Setor Saúde do Movimento Sem Terra (MST), Gislei Siqueira, que falará sobre a Experiência da participação coletiva no MST. A atividade será moderada pela representante da Liderança Comunitária de Manguinhos, Patrícia Evangelista. Serão abordados temas como: Participação social institucionalizada; Movimentos sociais e processos de produção social da saúde; Participação social e democratização das instituições; Mobilização social e luta pela saúde; e Como a participação social contribui para a democratização do Estado?.
Na segunda mesa, que será realizada das 14 às 17 horas, serão abordados os temas Gestão participativa para produção social da saúde e Gestão participativa e democracia representativa. A atividade será moderada pelo coordenador de Cooperação Social da Fiocruz, Leonídio Madureira, e contará com as exposições A experiência de militância na reforma sanitária, do pesquisador do Departamento de Endemias Samuel Pessoa, da ENSP, Eduardo Stotz, e Política de gestão participativa hoje no governo, do representante da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, Osvaldo Bonetti.
De acordo com Mayalu, a atividade é voltada para profissionais de saúde e gestão do Teias-Escola Manguinhos, da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil da Cidade do Rio de Janeiro (pelas Áreas Programáticas 3.1, 3.2 e 1.0), pessoas ligadas aos Conselhos locais e Conselhos distritais, pesquisadores da Rede PDTSP-Teias, profissionais de saúde, profissionais e gestores de educação, profissionais das áreas de assistência social e urbanismo e a população de Manguinhos em geral."

segunda-feira, 19 de março de 2012

Escola Nacional de Saúde Pública-ENSP cria o blog "Saúde em Pauta"

A notícia sobre o novo Blog foi publicada no dia 09/03/12 no site da Escola Nacional de Saúde Pública-ENSP:
"Saúde em Pauta: novo espaço para debates na ENSP"

Publicada em
A ENSP lançou um novo espaço para debates: o blog Saúde em Pauta. Pesquisadores, profissionais de saúde, alunos e visitantes poderão enviar seus comentários e promover discussões on-line sobre temas em destaque. O tema que inaugura o blog é o Índice de Desempenho do SUS (IDSUS 2012), ferramenta que avalia o acesso e a qualidade dos serviços de saúde no país. Entre e coloque sua opinião.
 O Saúde em Pauta é um blog que se propõe a promover o debate qualificado sobre as relações políticas, sociais, econômicas, culturais e históricas que influenciam a sociedade, em especial no que se refere ao setor saúde. É um espaço democrático de reflexão política, aberto aos profissionais de saúde, que estão convidados a enviar suas opiniões sobre os assuntos em debate. Os temas serão incluídos de acordo com a análise de conjuntura, podendo refletir fatos, resultados de pesquisas, impactos na imprensa etc.
 No blog, é possível também encaminhar artigos assinados e analíticos sobre as questões de conjuntura em saúde em destaque. Os textos devem ser curtos, como os publicados nos editoriais de jornais.
 Para o diretor da ENSP, Antônio Ivo de Carvalho, "a divulgação de um espaço com essas características é muito importante, pois ajuda a disseminar a produção de análises sobre a conjuntura política (nacional e internacional) e, principalmente, incentivar o debate e a participação na discussão de políticas públicas no Brasil".
 O tema de estreia do Saúde em Pauta é o Índice de Desempenho do SUS (IDSUS 2012), ferramenta que avalia o acesso e a qualidade dos serviços de saúde no país, divulgado pelo Ministério da Saúde na quinta-feira (1°/3). Criado pelo MS, o índice avaliou, entre 2008 e 2010, os diferentes níveis de atenção (básica, especializada ambulatorial e hospitalar, de urgência e emergência), verificando como está a infraestrutura de saúde para atender as pessoas e se os serviços ofertados têm capacidade de dar as melhores respostas aos problemas de saúde da população. De acordo com o Ministério da Saúde, o fundamento teórico do IDSUS 2012 é o projeto Desenvolvimento de Metodologia de Avaliação do Desempenho do Sistema de Saúde Brasileiro (Pro-Adess), coordenado pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) e pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict), unidades técnico-científicas da Fiocruz.
 Pesquisadores da ENSP e de outras instituições deram suas opiniões e contribuições sobre a divulgação feita pelo Ministério da Saúde a respeito do Índice de Desempenho do SUS em entrevista ao Informe ENSP, na sexta-feira (2/3), que pode ser acessada aqui."

O "Saúde em Pauta" já foi incluído na lista de Blogs indicados aqui na página inicial.

segunda-feira, 12 de março de 2012

"Prorrogadas as inscrições para curso de Bioética a distância"

No site da Ecola Nacional de Saúde Pública- ENSP, a notícia de 06 de março :

 "Prorrogadas as inscrições para curso de Bioética a distância"

"Com mais de mil vagas disponíveis, o curso de Bioética Aplicada às Pesquisas Envolvendo Seres Humanos, na modalidade a distância, dá início a sua primeira turma. Essa formação visa introduzir os participantes na área possibilitando o conhecimento do funcionamento do sistema de pesquisa científica e sua regulamentação (regulação, funcionamento e diferentes papéis), assim como o reconhecimento das questões éticas relevantes da prática da pesquisa científica. Confira aqui o edital. As inscrições foram prorrogadas e vão ate o dia 20 de março.
O curso, desenvolvido pela ENSP por uma demanda do Conselho Nacional de Saúde (CNS/MS) e com o apoio da Secretaria de Gestão Participativa do Ministério da Saúde, está sob a coordenação do pesquisador do Departamento de Ciências Sociais Sérgio Rego e da professora do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (Iesc/UFRJ) Marisa Palácios, ambos coordenadores do Programa de Pós-Graduação em associação ampla em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva (PPGBIOS).

Esse aperfeiçoamento tem como foco a formação de profissionais comprometidos com o respeito aos direitos humanos e com o diálogo e é voltado para a disseminação da regulamentação nacional e internacional sobre ética em pesquisa. O curso pretende contribuir para que os participantes desenvolvam habilidades e competências a fim de analisar a eticidade desse tipo de pesquisa científica e, também, tomar decisões com base nessas análises.

Ele tem um total de mil e duzentas vagas, sendo novecentas titulares e mais trezentas suplentes, divididas entre as cinco regiões brasileiras. Essas vagas serão distribuídas proporcionalmente ao número de CEPs de cada região. Em cada região serão selecionados prioritariamente os CEPs que tenham o maior volume de protocolos avaliados no ano de 2010.

O público-alvo do curso são profissionais de nível médio ou superior e essa formação é voltada especificamente para membros dos Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs) reconhecidos pelo Conep. Para se candidatar é preciso ser formalmente indicado pelo CEP ao qual é vinculado e ter, pelo menos, mais um ano de mandato no conselho após a conclusão do curso.

Os profissionais aprovados serão formados para atuar nos quase 600 CEPs espalhados pelo Brasil. O curso terá a duração de cinco meses e está estruturado para ser desenvolvido na modalidade a distância. Suas atividades estão distribuídas em quatro módulos, com carga horária total de 180 horas.

As inscrições vão até o dia 7 de março de 2012. O edital está disponível em www.ead.fiocruz.br/editais. Para mais informações, entre em contato com a comissão organizadora pelo endereço eletrônico: pseletivo@ead.fiocruz.br.

Acesse o edital na íntegra do curso de Bioética Aplicada às Pesquisas Envolvendo Seres Humanos."

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Ainda a judicialização: Evento ENSP sobre "Demandas judiciais de intervenções hospitalares contra o SUS"

No site da ENSP- Escola Nacional de Saúde Pública, a notícia sobre o evento: "Demandas judiciais de intervenções hospitalares contra o SUS
Mesa organizada pela pesquisadora da ENSP Vera Pepe debate o tema da judicialização da Saúde.
Instituição: ENSP
Local: Auditório Térreo, às 14h30
Período: 09/03/2012 a 09/03/2012   
Informações: O evento é aberto ao público  "

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

"Especialização em Saúde Pública - inscrições até 6 de fevereiro"

Também no site da Escola Nacional de Saúde Pública-ENSP, informações sobre Especialização em Saúde Pública:
"Especialização em Saúde Pública - inscrições até 6 de fevereiro
ENSP, publicada em 04/01/2012
Estão abertas, até o dia 6 de fevereiro, as inscrições para o curso mais antigo da ENSP: a especialização em Saúde Pública. A grande procura de profissionais de diversas áreas de formação e o significativo número de recém-formados que buscam o curso são marcas já tradicionais desta formação. Nos últimos anos, o curso vem passando por grandes transformações, se aprimorando e se adequando às necessidades e demandas atuais, com mudanças na coordenação, na ementa e também em sua grade de horários. Ao todo, 30 vagas estão disponíveis, e os interessados devem fazer a inscrição pela internet na Plataforma Siga.
Há 57 anos na grade curricular da Escola, esta especialização é a formação mais tradicional da ENSP, com duração de um ano e carga horária total de 690 horas, sendo voltada para profissionais graduados ligados à área da saúde ou áreas afins. O objetivo é introduzir o aluno no campo da saúde coletiva e gerar competências para sua atuação como sanitarista. Para isso, o curso oferece ferramentas para apresentar e refletir sobre conceitos estruturantes correspondentes às subáreas constitutivas da saúde pública; capacitar o aluno para a identificação de problemas prioritários na área da saúde, buscando soluções criativas; aplicar técnicas e instrumentos adequados às características da situação de saúde e do sistema de saúde brasileiro. Além disso, também capacita o aluno para a obtenção de novos conhecimentos através da prática da investigação científica.
Sua estrutura curricular é constituída de cinco blocos, e quatro deles compreendem os principais temas da saúde pública. São eles: Desafios e perspectivas da saúde pública; Saúde, ambiente e sociedade; Políticas, sistemas, serviços e prática de saúde; Vigilância em saúde; Promoção da saúde e organização do trabalho em saúde. Um dos blocos é transversal e aborda a metodologia de pesquisa e o grupo de orientação pedagógica, ambos voltados para a construção da monografia de final de curso.
Em 2011, o curso deixou de ser coordenado pelos pesquisadores da ENSP Marina Ferreira Noronha, José Inácio Jardim Motta e Pablo Dias Fortes e, agora, está sob a responsabilidade dos pesquisadores Alex Molinaro, Gíssia Gomes Galvão e Guido Palmeira.
A seleção dos alunos acontecerá em três etapas: prova escrita, análise de currículo e entrevista. A prova escrita está marcada para o dia 4 de março de 2012 e tem caráter eliminatório. No mesmo mês, entre os dias 19 a 22, serão realizadas as entrevistas e análise de currículos. Essas duas etapas têm caráter classificatório. O resultado final será divulgado no dia 23 de março no mural do Serviço de Gestão Acadêmica e na Plataforma Siga. As aulas têm início marcado para o dia 2 de abril de 2012. Acesse aqui o edital na íntegra.
Período de inscrição:
12/12/2011 a 6/2/2012"

Curso: inscrições abertas para curso de Biotética a distância

No site da Escola Nacional de Saúde Pública encontram-se informações sobre o curso de Biotética a distância:
"ENSP, publicada em 06/01/2012
Com mais de mil vagas disponíveis, o curso de Bioética Aplicada às Pesquisas Envolvendo Seres Humanos, na modalidade a distância, dá início a sua primeira turma. Essa formação visa introduzir os participantes na área possibilitando o conhecimento do funcionamento do sistema de pesquisa científica e sua regulamentação (regulação, funcionamento e diferentes papéis), assim como o reconhecimento das questões éticas relevantes da prática da pesquisa científica. Confira aqui o edital.
O curso, desenvolvido pela ENSP por uma demanda do Conselho Nacional de Saúde (CNS/MS) e com o apoio da Secretaria de Gestão Participativa do Ministério da Saúde, está sob a coordenação do pesquisador do Departamento de Ciências Sociais Sérgio Rego e da professora do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (Iesc/UFRJ) Marisa Palácios, ambos coordenadores do Programa de Pós-Graduação em associação ampla em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva (PPGBIOS). As inscrições começam nesta sexta-feira (6/1).
Esse aperfeiçoamento tem como foco a formação de profissionais comprometidos com o respeito aos direitos humanos e com o diálogo e é voltado para a disseminação da regulamentação nacional e internacional sobre ética em pesquisa. O curso pretende contribuir para que os participantes desenvolvam habilidades e competências a fim de analisar a eticidade desse tipo de pesquisa científica e, também, tomar decisões com base nessas análises.
Ele tem um total de mil e duzentas vagas, sendo novecentas titulares e mais trezentas suplentes, divididas entre as cinco regiões brasileiras. Essas vagas serão distribuídas proporcionalmente ao número de CEPs de cada região. Em cada região serão selecionados prioritariamente os CEPs que tenham o maior volume de protocolos avaliados no ano de 2010.
O público-alvo do curso são profissionais de nível médio ou superior e essa formação é voltada especificamente para membros dos Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs) reconhecidos pelo Conep. Para se candidatar é preciso ser formalmente indicado pelo CEP ao qual é vinculado e ter, pelo menos, mais um ano de mandato no conselho após a conclusão do curso.
Os profissionais aprovados serão formados para atuar nos quase 600 CEPs espalhados pelo Brasil. O curso terá a duração de cinco meses e está estruturado para ser desenvolvido na modalidade a distância. Suas atividades estão distribuídas em quatro módulos, com carga horária total de 180 horas.
As inscrições começam nesta sexta-feira (6/1) e vão até o dia 7 de março de 2011. O edital será disponibilizado em www.ead.fiocruz.br/editais. Para mais informações, entre em contato com a comissão organizadora pelo endereço eletrônico: pseletivo@ead.fiocruz.br.
Acesse o edital na íntegra do curso de Bioética Aplicada às Pesquisas Envolvendo Seres Humanos."

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

"Novas regras facilitam inclusão de medicamentos no SUS"

No site da Escola Nacional de  Saúde Pública-ENSP notícia: "Novas regras facilitam inclusão de medicamentos no SUS"
Na íntegra:
"ENSP, publicada em 23/12/2011
O Sistema Único de Saúde (SUS) conta com novas regras para a incorporação de produtos e tecnologias que estarão disponíveis à população brasileira. A Presidência da República regulamentou, nesta sexta-feira (23/12), por meio de decreto, a Lei 12.401, de abril deste ano. Na prática, a nova legislação dará maior agilidade à atualização periódica de tecnologias e produtos ofertados no SUS, pois fixa prazo de 180 dias, com prorrogação por mais 90, para a conclusão dos processos de avaliação de novas tecnologias. Além disso, a nova normativa impõe rígidos critérios técnicos de avaliação científica dos produtos e serviços, com pedidos de incorporação no SUS, o que dará ao Poder Judiciário parâmetros para melhor avaliar as ações judiciais relacionadas à saúde.

A nova lei estabelece como pré-requisito para entrada no SUS o registro prévio do produto na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além disso, estabelece critérios de eficácia, segurança e custo-efetividade como condições para a inclusão de novos medicamentos, produtos e procedimentos. A inclusão dos tratamentos será decidida pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), instituída pela lei no âmbito da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, órgão responsável por sua coordenação, e formada por representantes do próprio Ministério, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além de um integrante indicado pelo Conselho Nacional de Saúde e um pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

"Esta comissão vai garantir maior proteção individual e coletiva ao cidadão. Individual porque só permitirá que apenas os remédios devidamente registrados na Anvisa e com eficácia tecnicamente comprovada sejam incorporados ao SUS. Coletiva porque vai facilitar o planejamento da compra e da distribuição destes medicamentos, que muitas vezes fica comprometido pela demanda por medicamentos, cuja eficácia não é comprovada", explica o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

A Conitec também vai contar com a contribuição de representantes do setor Saúde nos estados e municípios - Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), e do Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) -, o que vai garantir a participação de todos os entes responsáveis pela gestão e o financiamento do SUS. Para agregar ainda mais transparência aos processos de incorporação de novas tecnologias na rede pública, a nova legislação prevê ainda a realização de consultas e audiências públicas para participação da sociedade civil, além de determinar que o trâmite seja regido pelas regras do processo administrativo dispostas em lei, com direito a recurso por parte dos requerentes.

"Ao regulamentar a entrada de novos produtos e procedimentos na rede pública, a Lei 12.401 beneficiará o cidadão e fortalecerá a atuação do Ministério da Saúde, que terá ainda mais capacidade para orientar as atividades econômicas em prol das necessidades em saúde", afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, pesquisador da ENSP/Fiocruz.

ACESSO - Atualmente, a população brasileira tem acesso gratuito, pelo SUS, a 560 itens de medicamentos. As estratégias de ampliação do acesso dos usuários do SUS a estes produtos implicaram, nos últimos oito anos, em aumento de aproximadamente 300% no orçamento do Ministério da Saúde para a Política Nacional de Assistência Farmacêutica.

Em 2010, o governo federal investiu R$ 10 bilhões na compra de medicamentos e vacinas, incluindo os valores para aquisição direta dos produtos pelo Ministério, assim como os repasses financeiros aos estados e municípios. Este montante corresponde a 15% de todo o orçamento do Ministério da Saúde. Em 2003, o investimento foi de R$ 2,8 bilhões - equivalente a 5,8% do orçamento da pasta.

JUDICIALIZAÇÃO - Com a regulamentação da Lei 12.401, a expectativa é que a quantidade de ações judiciais para oferta individual de medicamentos diminua no país, uma vez que os juízes terão diretrizes técnicas para melhor subsidiá-los na avaliação dos pedidos. Ao longo dos últimos anos, este número vinha crescendo no país. Somente o Ministério da Saúde desembolsou R$ 132,5 milhões em 2011 para atender demandas de pacientes que ingressaram na Justiça para obter medicamentos. Este número é 771% superior ao valor desembolsado com ações judiciais em 2003 - R$ 171,6 mil.

A maior parte dos medicamentos solicitados por ação judicial é para o tratamento de doenças genéticas e câncer. Muitos desses produtos não têm registro na Anvisa e, portanto, não têm eficácia e segurança comprovadas, nem um protocolo clínico para administração correta. Alguns já são disponíveis no SUS, mas, por desinformação do paciente e do próprio juiz, são requeridos por meio de ação judicial quando poderiam ser obtidos em unidades da rede pública de saúde.

Fonte: Ministério da Saúde"

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

"Inscrições abertas para especialização em Saúde Pública"

No site da Escola Nacional de Saúde Pública informações sobre abertura de inscrições  para especialização em Saúde Pública

"ENSP, publicada em 13/12/2011

"Estão abertas, até o dia 6 de fevereiro, as inscrições para o curso mais antigo da ENSP: a especialização em Saúde Pública. A grande procura de profissionais de diversas áreas de formação e o significativo número de recém-formados que buscam o curso são marcas já tradicionais desta formação. Nos últimos anos, o curso vem passando por grandes transformações, se aprimorando e se adequando às necessidades e demandas atuais, com mudanças na coordenação, na ementa e também em sua grade de horários. Ao todo, 30 vagas estão disponíveis, e os interessados devem fazer a inscrição pela internet na Plataforma Siga. 


Há 57 anos na grade curricular da Escola, esta especialização é a formação mais tradicional da ENSP, com duração de um ano e carga horária total de 690 horas, sendo voltada para profissionais graduados ligados à área da saúde ou áreas afins. O objetivo é introduzir o aluno no campo da saúde coletiva e gerar competências para sua atuação como sanitarista. Para isso, o curso oferece ferramentas para apresentar e refletir sobre conceitos estruturantes correspondentes às subáreas constitutivas da saúde pública; capacitar o aluno para a identificação de problemas prioritários na área da saúde, buscando soluções criativas; aplicar técnicas e instrumentos adequados às características da situação de saúde e do sistema de saúde brasileiro. Além disso, também capacita o aluno para a obtenção de novos conhecimentos através da prática da investigação científica. 



Sua estrutura curricular é constituída de cinco blocos, e quatro deles compreendem os principais temas da saúde pública. São eles: Desafios e perspectivas da saúde pública; Saúde, ambiente e sociedade; Políticas, sistemas, serviços e prática de saúde; Vigilância em saúde; Promoção da saúde e organização do trabalho em saúde. Um dos blocos é transversal e aborda a metodologia de pesquisa e o grupo de orientação pedagógica, ambos voltados para a construção da monografia de final de curso. 



Em 2011, o curso deixou de ser coordenado pelos pesquisadores da ENSP Marina Ferreira Noronha, José Inácio Jardim Motta e Pablo Dias Fortes e, agora, está sob a responsabilidade dos pesquisadores Alex Molinaro, Gíssia Gomes Galvão e Guido Palmeira. 



A seleção dos alunos acontecerá em três etapas: prova escrita, análise de currículo e entrevista. A prova escrita está marcada para o dia 4 de março de 2012 e tem caráter eliminatório. No mesmo mês, entre os dias 19 a 22, serão realizadas as entrevistas e análise de currículos. Essas duas etapas têm caráter classificatório. O resultado final será divulgado no dia 23 de março no mural do Serviço de Gestão Acadêmica e na Plataforma Siga. As aulas têm início marcado para o dia 2 de abril de 2012. Acesse aqui o edital na íntegra. 



Período de inscrição: 

12/12/2011 a 6/2/2012"

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Evento ENSP: "Os Direitos Humanos e a Política de Atenção Integral às Urgências do SUS: encontros e desencontros com suas complexidades"

No site da Escola Nacional de Saúde Pública- ENSP notícia de hoje sobre o evento: 
"Os Direitos Humanos e a Política de Atenção Integral às Urgências do SUS: encontros e desencontros com suas complexidades" 
"Urgências no SUS e direitos humanos: qual é a relação?"
"ENSP, publicada em 28/11/2011
Reformulada em julho de 2011 pelo Ministério da Saúde, a Política Nacional de Atenção às Urgências ainda passa por dificuldades quanto à sua plena implementação. Com a finalidade de debater Os Direitos Humanos e a Política de Atenção Integral às Urgências do SUS: encontros e desencontros com suas complexidades, o Centro de Estudos da ENSP promove mais uma sessão no dia 30 de novembro, às 14 horas, no salão internacional da Escola, trazendo como expositores convidados o coordenador geral da Rede Brasileira de Cooperação em Emergência, Armando Antônio de Negri Filho, e o coordenador geral de Urgência e Emergência do MS, Paulo de Tarso Abrahão. O Ceensp será aberto a todos os interessados."
"A atividade será coordenada pela pesquisadora da ENSP/Fiocruz Gisele O'Dwyer. "