Em breve o CEBES disponibilizará mais informoções sobre o evento "2º Simpósio de Política e Saúde" que ocorrerá nos dias 07, 08 e 9 de julho na Fiocruz/Brasília.
O blog surge com a intenção de esclarecer em que consiste o Direito Sanitário e para colaborar para a disseminação desse ramo do Direito no Brasil. Para tanto, pretende-se reunir e compartilhar algumas informações como: conceitos; desafios ao direito sanitário; instituições que se dedicam ao tema e que oferecem cursos na área; eventos; bibliografias; debates e outros temas relacionados à área.
domingo, 15 de maio de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Indicação de bibliografia: Coleção para entender a gestão do SUS 2011
Após indicar a Coleção progestores 2007: para entender a gestão do SUS, hojetrago informações sobre a coleção de 2011.
"O CONASS lança a Coleção Para Entender a Gestão do SUS 2011. Revisada e com conteúdos atualizados que contemplam toda a mudança que ocorrida no SUS até hoje, a Coleção 2011 incorpora ainda, novos temas que foram prioridades do CONASS nos últimos quatro anos, como, por exemplo, o impacto da violência no SUS, as recentes decisões sobre a questão das demandas judiciais, o processo de implementação do Pacto pela Saúde e a organização das Redes de Atenção à Saúde."
A coleção conta com os 13 livros que seguem:
Planos de saúde e DE OLHO NA PARTICIPAÇÃO EM SAÚDE
Por problemas técnicos no Blogger , o post que fiz no dia 11 de maio foi deletado.
Faço a postagem hoje retomando na íntegra o que eu havia publicado naquele dia:
Os debates sobre a proteção do consumidor frente aos planos de saúde são cada vez mais frequentes.
O assunto está presente em um post de hoje, no Blog Saúde com Dilma, sob o título "Em defesa dos planos de saúde?". Nesta notícia: "A Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça publicou, nesta segunda-feira, três medidas para proteção da concorrência e dos direitos do consumidor no setor de saúde suplementar".
Além disso, na data de otem três comissões debateram os problemas dos planos de saúde, dando ênfase À necessidade de proteção dos usuários. A notícia foi veiculada no site do IDISA. Infelizmente só estou postando essa notícia hoje. Na notícia alguns esclarecimentos:
"Os problemas do setor de planos de saúde serão debatidos em audiência pública promovida por três comissões nesta terça-feira (10). O debate foi proposto por 11 deputados e deverá tratar dos seguintes temas: a queda no valor do ressarcimento dos planos de saúde ao Sistema Único de Saúde (SUS) pelo atendimento dos seus clientes na rede pública; o desgaste da relação de trabalho entre os médicos e os planos de saúde; a atuação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) na fiscalização das operadoras; e a necessidade de medidas protetivas aos consumidores de planos coletivos, administrados por entidades de classe, associações e outros.
A audiência será realizada pelas comissões de Defesa do Consumidor; de Seguridade Social e Família; e de Trabalho, Administração e Serviço Público. Em uma parceria das comissões com a Agência Câmara, os internautas já podem enviar antecipadamente perguntas aos convidados pelo e-mail pergunte@camara.gov.br. Os questionamentos serão feitos por intermédio dos deputados que participarão do debate. A audiência será transmitida ao vivo pela Agência Câmara."
Sobre o tema dos planos da saúde e consumidor destaco, como parte do DE OLHO NA PARTICIPÃO ,que está programada para o dia 18/05, na Câmara os Deputados, a audiência pública sobre ATUAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR - ANS - NA FISCALIZAÇÃO DAS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE E OS REAJUSTES APLICADOS.
Ao tratar dos temas "saúde" e "consumidor", chamo a atenção para a necessidade de mais pesquisas sobre a íntima relação "direito do consumidor e Vigilância Sanitária" e ainda sobre a possibilidade de o usuário do SUS se caracterizar como consumidor, nos termos do Código de Defesa do consumidor.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
DE OLHO NA PARTICIPAÇÃO EM SAÚDE: consulta pública sobre padrões de interoperabilidade
Após ouvir - na Biblioteca Multimídia da ENSP - os debates que ocorreram na ENSP sobre o Cartão Nacional de Saúde, com a presença de secretário de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP) do Ministério da Saúde, Luiz Odorico Monteiro de Andrade, verifiquei - na fala do secretário- que, além da CONSULTA PÚBLICA “Programa de Avaliação para a Qualificação do Sistema Único de Saúde (SUS)” sobre a qual fiz um post no dia 17 de abril, há mais uma CONSULTA PÚBLICA aberta para contribuições no Ministério da Saúde, agora sobre: a "Minuta de portaria que regulamenta o uso de padrões de interoperabilidade para troca de informações entre os sistemas de informação em saúde do SUS", de origem do DATASUS.
Infelzimente, no dia de hoje, eu não consegui acessar a Minuta pelo site do Ministério da Saúde acima referenciado . A validade da consulta é para 18/05.
Cartão Nacional de Saúde: debates na ENSP e Governo Eletrônico
A PORTARIA Nº 940, DE 28 DE ABRIL DE 2011, que regulamenta o Sistema Cartão Nacional de Saúde (Sistema Cartão) , no debate com os palestrantes e público presente, durante o Centro de Estudos da ENSP do dia 4 de maio de 2011, realizado no Auditório do Salão Internacional, levantou assuntos fundamentais para a concretização do projeto do cartão nacional, como a questão da interoperabilidade no sistema interfederativo que, lembremos, no Brasil tem duas peculiaridades: os Municípios como entes federativos autônomos e as pactuações itergestores, por meio das Comissões Tripartite e Bipartite.
A interoperabilidade, ora mencionada, é um assunto fundamental nas discussões que envolvem projetos de Governo Eletrônico, como o é o do Cartão Nacional de Saúde, e pode ser compreendida da seguinte forma:
"não é somente integração de sistemas nem somente integração de redes. Não referencia unicamente troca de dados entre sistemas e não contempla simplesmente definição de tecnologia.É, na verdade, a soma de todos esses fatores, considerando, também, a existência de um legado de sistemas, de plataformas de hardware e software instaladas. Parte de princípios que tratam da diversidade de componentes, com a utilização de produtos diversos de fornecedores distintos. Tem por meta a consideração de todos os fatores para que os sistemas possam atuar cooperativamente, fixando as normas, as políticas e os padrões necessários para consecução desses objetivos (MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, 2009, b) .
No Congresso Alagoas Digital, de 2009, eu escrevi um artigo sobre “GOVERNO ELETRÔNICO E GESTORES DO SUS: MELHORIA E DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO DESCENTRALIZADA”. Neste artigo eu citei o Cartão Nacional de Saúde como uma das iniciativas de Governo Eletrônico na área da saúde.
Confesso que o artigo apresenta muitos pontos a serem melhorados. Trata-se de um pequeno trabalho - que pelas regras do Congresso só poderia ter 10 páginas - mais especulativo que conclusivo e que deve ser complementado pelas discussões acerca da interoperabilidade.
Trata-se de um artigo elaborado para iniciar as discussões de Governo Eletrônico na área da Saúde e que aqui disponibilizo para aqueles que tiverem interesse em algumas idéias iniciais sobre o tema no link:https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=0B3TF2jCaFJLWNmFkNzU5NGMtMWQ0Ni00OTljLWE3ZGMtM2EwNjA2ZTRlZWRj&hl=en
terça-feira, 3 de maio de 2011
Mais notícias sobre a judicialização da Saúde
Após ler o post "Judicialização da Saúde: mais de 240 mil processos tramitam na Justiça" no Blog do CEBES, fui pesquisar um pouco sobre o Fórum Nacional do Judiciário para a Saúde.
Verifiquei que no próximo dia 06 ocorrerá no Rio Grande do Sul, o estado campeão de ações na área da saúde - segundo informação veiculada naquele Blog com base nos dados da Cecovisa - o I Encontro do Comitê Estadual do Fórum Nacional do Judiciário para a Saúde. O evento ocorrerá no o auditório da Escola Superior da Magistratura, em Porto Alegre.
"Instituído pelo Conselho Nacional de Justiça, em abril do ano passado, o Fórum tem como objetivo debater: o aumento das ações judiciais na área de saúde — como a obrigatoriedade de fornecimento de medicamentos, tratamentos e disponibilização de leitos hospitalares, tanto no setor público quanto no setor privado —, a criação de medidas concretas voltadas à otimização de rotinas processuais, bem como a estruturação e organização de unidades judiciárias especializadas. Serão abordados também a ética na saúde e a gestão do SUS (Sistema Único de Saúde), dentre outros."
"Após os debates, as conclusões do Encontro deverão ser encaminhadas ao CNJ. Essas questões serão levadas a um evento nacional que será feito, ainda este ano, sobre a saúde no país. Com informações são da Assessoria de Imprensa da Defensoria Pública do Rio Grande do Sul."
"As inscrições podem ser feitas na Escola da Magistratura da Ajuris. As vagas são limitadas. Outras informações com Elisandra, no telefone (51)3284-9000 ou pelo e-mail elisandra@ajuris.org.br"
"As inscrições podem ser feitas na Escola da Magistratura da Ajuris. As vagas são limitadas. Outras informações com Elisandra, no telefone (51)3284-9000 ou pelo e-mail elisandra@ajuris.org.br"
Veja a Programação: no site conjur
Ministério da Saúde regulamenta Cartão Nacional de Saúde. É a saúde na sociedade em rede/da informação
A Portaria nº 940, de 28 de abril de 2011, regulamenta o Sistema Cartão Nacional Saúde (Sistema Cartão) e foi publicada no dia de ontem, 03 de maio de 2011. No site do Ministério da Saúde e no site da ENSP/Fiocruz há informações sobre a regulamentação:
“Sistema será composto pelo Cartão Nacional de Saúde, Cadastro Nacional de Usuários do SUS e Portal de Saúde do Cidadão
Portaria publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (02) regulamenta o Sistema Cartão Nacional de Saúde, uma base de dados nacional que permite a identificação dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), por meio de um número único válido em todo o território nacional. O objetivo é construir um registro eletrônico que permita aos cidadãos, aos gestores e profissionais de saúde acessar o histórico de atendimentos dos usuários no SUS.
Com o Sistema, será possível, por exemplo, saber a participação de uma determinada pessoa em campanhas de vacinação, se ela foi atendida em um posto de saúde ou se fez exames e cirurgias. É importante destacar que as pessoas que não possuírem o Cartão Nacional de Saúde não serão impedidas de receber atendimento em qualquer estabelecimento público de saúde.
O Ministério da Saúde será responsável por desenvolver as bases de dados do Sistema Cartão e oferecê-las a todas as unidades públicas de saúde. Também fará a manutenção e o gerenciamento do banco de dados e prestará cooperação técnica aos gestores locais no processo de cadastramento dos usuários do SUS.
A meta é implantar o registro eletrônico de saúde em todos os municípios brasileiros até 2014. Ao todo, deverão ser emitidos 200 milhões de cartões, nos próximos três anos, numa ação em conjunto com estados e municípios.
De acordo com a portaria, as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde que já possuem algum tipo de sistema integrado de registro de dados em saúde terão um ano para emitir e distribuir os novos cartões. Com o formato de um cartão de crédito, ele trará uma etiqueta com dados pessoais do usuário e um número, fornecido pelo Ministério da Saúde.
CADASTRAMENTO - Os usuários do SUS deverão fornecer o endereço do domicílio permanente, independentemente do município em que esteja no momento do cadastramento ou do atendimento. No caso de brasileiros residentes no exterior e estrangeiros não residentes no Brasil que busquem atendimento no SUS, deverá ser registrado como endereço de domicílio permanente apenas o país e a cidade de residência.
GESTÃO MODERNA - Para Odorico Monteiro, secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, o novo sistema é uma das prioridades para modernizar a gestão do SUS. “A regulamentação [do Cartão] é um importante passo para organizar as ações e os serviços de saúde oferecidos no país, fortalecendo a garantia de acesso à atenção à saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde”.
Segundo o secretário, o uso adequado das informações do Sistema vai aprimorar o planejamento, o acompanhamento e a avaliação das ações de atenção à saúde da população. “A partir desses dados, os gestores locais poderão construir ferramentas e indicadores que poderão interferir diretamente na tomadas de decisão em relação às ações de saúde como um todo, seja na vigilância epidemiológica, na organização da atenção básica ou dos leitos hospitalares, entre outras. Para o gestor, será uma espécie de bússola, de carta de navegação”, explica.
Para viabilizar a primeira versão do registro eletrônico de saúde, o Ministério e o município de São Paulo firmaram um acordo de cooperação tecnológica, com base no estudo de caso do SIGA – sistema de informação em saúde utilizado na capital paulista –, software desenvolvido a partir do SISREG (Sistema de Regulação) do Ministério da Saúde.
REGISTRO ONLINE - Além de identificar os usuários do SUS, o cartão servirá de base para que o próprio cidadão acompanhe seu histórico de consultas médicas. O Portal de Saúde do Cidadão permitirá - em área restrita ao usuário - acesso aos dados cadastrais, atendimentos por meio do SUS e informações sobre a rede pública de serviços de saúde. O Portal, que deverá ser lançado no segundo semestre deste ano, terá ainda uma área de acesso público, com informações em saúde, campanhas e notícias sobre o SUS.
Todas as informações dos usuários terão garantia de segurança tecnológica para que não seja violado o direito constitucional à intimidade, à vida privada, à integralidade das informações e à confidencialidade dos dados. “Os profissionais e gestores de saúde terão seus acessos registrados no Sistema e, caso exista alguma conduta antiética ou imprópria no manuseio do sistema, os envolvidos poderão ser penalizados”, acrescenta o secretário Odorico Monteiro.
Clique aqui para acessar a Portaria na íntegra.
Milton Júnior, da Agência Saúde – ASCOM/MS"
Portaria publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (02) regulamenta o Sistema Cartão Nacional de Saúde, uma base de dados nacional que permite a identificação dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), por meio de um número único válido em todo o território nacional. O objetivo é construir um registro eletrônico que permita aos cidadãos, aos gestores e profissionais de saúde acessar o histórico de atendimentos dos usuários no SUS.
Com o Sistema, será possível, por exemplo, saber a participação de uma determinada pessoa em campanhas de vacinação, se ela foi atendida em um posto de saúde ou se fez exames e cirurgias. É importante destacar que as pessoas que não possuírem o Cartão Nacional de Saúde não serão impedidas de receber atendimento em qualquer estabelecimento público de saúde.
O Ministério da Saúde será responsável por desenvolver as bases de dados do Sistema Cartão e oferecê-las a todas as unidades públicas de saúde. Também fará a manutenção e o gerenciamento do banco de dados e prestará cooperação técnica aos gestores locais no processo de cadastramento dos usuários do SUS.
A meta é implantar o registro eletrônico de saúde em todos os municípios brasileiros até 2014. Ao todo, deverão ser emitidos 200 milhões de cartões, nos próximos três anos, numa ação em conjunto com estados e municípios.
De acordo com a portaria, as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde que já possuem algum tipo de sistema integrado de registro de dados em saúde terão um ano para emitir e distribuir os novos cartões. Com o formato de um cartão de crédito, ele trará uma etiqueta com dados pessoais do usuário e um número, fornecido pelo Ministério da Saúde.
CADASTRAMENTO - Os usuários do SUS deverão fornecer o endereço do domicílio permanente, independentemente do município em que esteja no momento do cadastramento ou do atendimento. No caso de brasileiros residentes no exterior e estrangeiros não residentes no Brasil que busquem atendimento no SUS, deverá ser registrado como endereço de domicílio permanente apenas o país e a cidade de residência.
GESTÃO MODERNA - Para Odorico Monteiro, secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, o novo sistema é uma das prioridades para modernizar a gestão do SUS. “A regulamentação [do Cartão] é um importante passo para organizar as ações e os serviços de saúde oferecidos no país, fortalecendo a garantia de acesso à atenção à saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde”.
Segundo o secretário, o uso adequado das informações do Sistema vai aprimorar o planejamento, o acompanhamento e a avaliação das ações de atenção à saúde da população. “A partir desses dados, os gestores locais poderão construir ferramentas e indicadores que poderão interferir diretamente na tomadas de decisão em relação às ações de saúde como um todo, seja na vigilância epidemiológica, na organização da atenção básica ou dos leitos hospitalares, entre outras. Para o gestor, será uma espécie de bússola, de carta de navegação”, explica.
Para viabilizar a primeira versão do registro eletrônico de saúde, o Ministério e o município de São Paulo firmaram um acordo de cooperação tecnológica, com base no estudo de caso do SIGA – sistema de informação em saúde utilizado na capital paulista –, software desenvolvido a partir do SISREG (Sistema de Regulação) do Ministério da Saúde.
REGISTRO ONLINE - Além de identificar os usuários do SUS, o cartão servirá de base para que o próprio cidadão acompanhe seu histórico de consultas médicas. O Portal de Saúde do Cidadão permitirá - em área restrita ao usuário - acesso aos dados cadastrais, atendimentos por meio do SUS e informações sobre a rede pública de serviços de saúde. O Portal, que deverá ser lançado no segundo semestre deste ano, terá ainda uma área de acesso público, com informações em saúde, campanhas e notícias sobre o SUS.
Todas as informações dos usuários terão garantia de segurança tecnológica para que não seja violado o direito constitucional à intimidade, à vida privada, à integralidade das informações e à confidencialidade dos dados. “Os profissionais e gestores de saúde terão seus acessos registrados no Sistema e, caso exista alguma conduta antiética ou imprópria no manuseio do sistema, os envolvidos poderão ser penalizados”, acrescenta o secretário Odorico Monteiro.
Clique aqui para acessar a Portaria na íntegra.
Milton Júnior, da Agência Saúde – ASCOM/MS"
Essa notícia comprova que o setor saúde brasileiro, cada vez mais, entra em compasso com o atual paradigma societal: o da sociedade em rede/sociedade da informação.
Com relação ao tema dessa notícia remeto ao post feito no Blog no dia 14 de Abril sobre o evento que ocorrerá na ENSP/Fiocruz amanhã e depois(dias 04 e 05 de maio): Ceensp: Atual Proposta para o Cartão Nacional de Saúde - Cartão SUS.
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